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O processo que trata do caso da suposta tortura, lesões corporais e roubo continuado que foi vítima a professora Geuciane Nobre se encontra em análise pela Promotoria de Direitos Humanos, Penas e Medidas Alternativas do Ministério Público do Estado em Santarém, desde o dia 8 de março.

Nesta segunda-feira(8) completaram dois meses que o processo foi despachado ao MP pelo juízo da Primeira Vara Criminal de Santarém. Devido à complexidade do inquérito e à recente mudança na titularidade da Promotoria (o titular, Augusto Sarmento, solicitou remoção para Tomé-Açu, no mês de abril), a promotora de justiça Dully Sanae, que responde pela promotoria, informou que deve encaminhar o processo dentro de alguns dias.

No dia 3 de março, o delegado Herbert Farias Jr. indiciou e solicitou à Justiça de Santarém a decretação da prisão preventiva de Samai Serique dos Santos Silveira, Júlio César Serique Navarro, Marilza Serique dos Santos, Saron Serique Ferreira e Jucelino Ferreira por participarem diretamente das agressões físicas e prática dos crimes de lesão corporal, roubo e tortura, cuja vítima foi a professora Maria Clauciane Lopes Nobre, no dia 24 de janeiro de 2017.

Segundo o inquérito, “os indiciados Samai Serique dos Santos Silveira, Júlio César Serique Navarro, Marilza Serique dos Santos, Saron Serique Ferreira e Jucelino Ferreira participaram diretamente das agressões físicas à vítima, assim como, em associação para a prática do crime de roubo permaneceram de posse dos objetos subtraídos desta".

Segundo Herbert Farias Jr. "a participação de todos na tortura, ativamente e passivamente, ficou demonstrado nos autos".




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