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Passou por Santarém, no início da tarde desta segunda-feira(13) o rebocador que conduz a estrutura da empresa Smit, composta pelo guindaste flutuante Cábrea e outros equipamentos que serão utilizados para o içamento do empurrador da Bertolini, que naufragou no rio Amazonas, com 7 tripulantes e dois passageiros a bordo, no dia 2 de agosto, próximo à cidade de Óbidos, após colidir com o navio Santos Mercosul.

Etapas - O Plano de Atuação Integrada será desenvolvido em três etapas. A primeira inclui a chegada do guindaste flutuante e a realização da  inspeção por sonar estacionário de alta definição, para saber o posicionamento do empurrador no Rio Amazonas, e, posteriormente, a instalação do sistema de fundeio (quadro de boias). Com alteração do plano, o rebocador será deslocado para uma área mais rasa, rio abaixo.

Na segunda etapa serão resgatados os corpos dos desaparecidos, com a participação do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, auxiliado pelo Corpo de Bombeiros. Só após o içamento, as equipes desses órgãos terão acesso ao empurrador. Nesta etapa, a operação de salvatagem e resgate será realizada pela empresa Smit, com lançamento da rede e içamento, utilizando garra hidráulica. 

Quando o empurrador vier à tona e for devidamente posicionado na vertical, iniciarão as atividades da Marinha, Polícia Civil e Centro de Perícias Científicas, com os procedimentos investigatórios, periciais e inspeções navais.

Entre as atividades prioritárias da equipe do CPC está a remoção dos corpos das vítimas que ficaram presas no empurrador, com o auxílio do Corpo de Bombeiros. As duas equipes serão as primeiras a entrar no empurrador, para preservar o local e não comprometer as investigações e a perícia. 




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