Portal OESTADONET

A operação conjunta de fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente (Semma), Instituto do Meio Ambiente(Ibama) e Agência de Defesa Agropecuária (Adepará) que apreendeu cerca de 7 toneladas de pirarucu, camarão e caranguejo, realizada terça-feira-feira(6) em um frigorífico que funcionava clandestinamente, no bairro do Mararu, em Santarém, não se estendeu a pontos de revenda desses alimentos, principalmente no Mercadão 2.000.
Segundo o Portal OESTADONET apurou, apesar de encontrados pelos fiscais nesses pontos de revenda, o camarão proveniente desse frigorífico, que se encontrava embalado para venda ao consumidor e que também não tinha documento de comprovação de origem, não foi apreendido, a exemplo do que ocorreu com o produto depositado no local interditado.
Apenas uma carga de 478 quilos de  pirarucu, proveniente do mesmo fornecedor foi apreendida em um dos boxes do Mercadão 2000, por que o proprietário não apresentou documento de declaração de origem, sendo o pirarucu doado à creche Irmã Dulce dos Pobres, já que o pescado estava próprio para consumo.
Do estoque retirado do frigorífico interditado, até o final da manhã desta quarta-feira(7), cerca de 7 toneladas já foram depositados no aterro do Perema, mas ainda há pescado impróprio para consumo que ainda será enterrado naquele local.




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Última modificação em Quarta, 07 Fevereiro 2018 12:13