Lúcio Flávio Pinto

A jornalista Úrsula Vidal ainda não se elegeu nem a vereadora, participou de duas eleições (para deputada federal,  em 2014, e prefeita de Belém, em 2016), mas foi recebida como estrela de primeira grandeza, ontem, ao se filiar ao PSOL, deixando para trás o seu primeiro partido, a Rede Sustentabilidade.

Ainda não está decidido qual o cargo que ela vai disputar em outubro, mas a opção está definida: será majoritário, para o governo do Estado ou o Senado. A votação que ela obteve foi expressiva e progrediu bastante de uma eleição para a outra. Mas não é pelos votos que já conquistou que ela se tornou importante: é pela possibilidade de representar uma alternativa verdadeiramente nova, entrando num vácuo de liderança e respondendo a uma ânsia do eleitorado paraense, que se frustra a cada nova eleição.

Úrsula, de fato, tem potencial para penetrar nesse universo em busca por representatividade. Mas isto ainda não é fato nem premissa. Ela não foi testada para valer.. É apenas uma hipótese, que será testada quando Úrsula passar a fazer campanha e o eleitor se definir sobre a decisão que ela tomou dois anos atrás.

Derrotada no 1º turno da disputa pela prefeitura de Belém como candidata de oposição e novidade no quadro político, ela apoiou Edmilson Rodrigues, nome que deixou de ter expressão real em eleições majoritárias, com capital suficiente apenas para o cargo proporcional de deputado federal, que exerce. Agora se saberá se a possibilidade de Úrsula Vidal ainda ser promessa real se mantém ou se desfez.




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