Anselmo Colares

O que se espera das Prefeituras com o fim do período das chuvas na Amazônia?

As águas dos rios sobem e descem todos os anos. Enchentes e secas decorrem deste fenômeno, que é natural e, por esta razão, acontece independentemente do desejo ou da ação humana. Nada se pode fazer (pelo menos com a atual tecnologia) para modificar sua ocorrência. Todavia, o conhecimento acumulado sobre este movimento das águas já é suficiente para que ações sejam realizadas a fim de minimizar seus efeitos. Especialmente se considerarmos que entre os momentos de ápice da cheia e da seca, há tempo suficiente para isto.

No período chuvoso é difícil ou quase impossível cuidar adequadamente das ruas. Isto é fato. Só não admite quem não faça o mínimo esforço de análise. Por outro lado, qualquer um sabe que passada esta etapa há tempo suficiente para que sejam feitas as obras necessárias de maneira a evitar que no inverno seguinte as calamidades se repitam.

Prefeitos de cidades da Amazônia são prejudicados no primeiro ano de seus governos. Há grandes expectativas e geralmente encontram poucas condições para realizar o que prometeram. Mas como diz a sabedoria popular: "quem não pode com o pote, não pega na rodilha" e "ajoelhou, tem que rezar". Portanto, o inverno pode até servir de desculpa para trabalhos incompletos ou provisórios. Mas, passada a fase das chuvas intensas e freqüentes, é hora de mostrar serviço para que o sonho não vire pesadelo.




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