Anselmo Colares

Nas semanas que antecederam o Çairé fui várias vezes a nossa mais badalada vila balneária e constatei que havia uma grande movimentação de equipes de trabalhadores ligados  a Prefeitura preparando o ambiente para as festividades. Os serviços incluíam limpeza, recuperação e melhorias de ruas. Alguns trechos até receberam asfalto. Mas ai começam os problemas.

Primeiro, não basta cuidar bem de uma jóia preciosa como Alter do Chão apenas quando vai ser submetida a uma exposição. Ela precisa e merece receber atenção permanente. Claro que a época do Sairé justifica um cuidado especial, mas o que estou questionando é quanto a permanência dos serviços, mesmo que com menor intensidade.

O segundo problema que destaco é quanto ao asfalto, que tem um alto custo e por esta razão não pode ser feito para ser destruído logo em seguida, antes mesmo de ser festejado o seu primeiro ano. Asfalto é objeto de desejo de todo morador. Mesmo que isso possa ser contestado, é inegável que provoca melhoria nas casas, gerando emprego e renda pela movimentação no comércio. E promove um bem estar quase indescritível por conta da redução da poeira nas residências.

Mas é preciso que a Prefeitura faça algum tipo de proteção nas bordas laterais antes que as primeiras chuvas mais fortes iniciem o processo de destruição de fora para dentro. Isto é o mínimo que se espera em termos de zelo pela aplicação dos recursos públicos. Melhor gastar um pouco mais para conservar, do que deixar tudo se perder.




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