Anselmo Colares

No artigo anterior, propus uma reflexão sobre a vida, considerando o dia de finados, por ser uma data emblemática que nos obriga a pensar sobre semelhanças por sermos todos mortais e sobre as diferenças que desaparecem bruscamente, mesmo que os vivos ainda insistam em mantê-las.

Somos seres constituídos de matéria, destrutível, e de uma forma especial de energia que não se acaba. A maioria das religiões dizem ser nossa vida espiritual, eterna, indestrutível. Divergem sobre detalhes, mas se aproximam bastante de um entendimento de que na vida espiritual não conta as riquezas materiais, mas tão somente o amor, a caridade e as boas ações que praticamos enquanto vivemos.

Podemos até não querer aceitar a explicação religiosa da continuidade da vida, mas a ciência nos assegura que a energia é indestrutível. E se nesta continuidade alguma coisa restar da consciência, temos a liberdade para escolher, a partir do que fizermos e do tesouro que acumularmos não em riquezas materiais, que não podemos levar, mas nas coisas boas que quando praticamos, geram um bem estar que nos deixa cheios de amor. Eis o único tesouro que não pode ser roubado, e que tem chances de seguir com o nosso espirito ao deixarmos a existência material.

TEXTO CORRELATO:

Dia de finados Loções de vida (1)




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