Anselmo Colares

Desde o dia 29 de outubro estou vivendo uma nova experiência em minha carreira docente universitária: candidato a Vice Reitor na Universidade Federal do Oeste do Pará. Tem sido gratificante pois é uma excelente oportunidade para aprender e ensinar, neste processo de escuta e de diálogo que caracteriza uma campanha. Tenho me esforçado para qualificar o debate em torno de ideias e de proposições, fundamentadas em concepções e princípios. E estou convicto de que isto é o que desejam os eleitores, para que possam fazer suas escolhas com segurança.

Descobri que os problemas podem ser maiores ou menores do que nos dizem, todavia, o mais importante é que há soluções, e muitas vezes elas são simples e estão muito próximas, basta que ocorra uma sintonia entre quem tem o poder e quem tem o conhecimento. Nem sempre uma só pessoa consegue reunir estes dois polos, por isso mesmo, o diálogo construtivo é essencial para que as melhorias ocorram.

Vivendo a experiência de candidato nestes poucos dias, aprendi muito. E creio que ensinei também. Na minha concepção de educação estes dois polos são inseparáveis. Todos precisam aprender. Isso é condição essencial para sobreviver. E todos ensinam, mesmo que as vezes não estejam conscientes disso. Daí decorre também que o ensino possa ser proveitoso, criativo, solidário, ou o seu inverso, equivocado, repetitivo, egoísta. E até maldoso. Estas reflexões me levam a concluir que o aprender e o ensinar são a essência do existir. Somos seres que dependemos uns dos outros, por isso mesmo, aprendemos de alguém, e para alguém devemos ensinar, a fim de que o conhecimento se amplie. Mas é importante também cuidar do conteúdo que é ensinado, e da qualidade do que é aprendido, para que o mundo se torne melhor.




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