Ruth Rendeiro

Os mais experientes recomendam: se você mora em uma cidade que não é sede nem sub-sede nesta Copa, agradeça a Deus e não saia de sua cidade! Mas se for o contrário, de preferência acompanhe tudo pela TV ou pela internet. Além dos engarrafamentos que deverão se multiplicar, os preços que já estão pela hora da morte e deverão subir mais, há previsão de muitas manifestações e totalmente imprevisíveis em sua condução.

Serão momentos apoteóticos para os apaixonados pelo futebol, principalmente para os que nunca presenciaram um jogo da Seleção. Imagino a emoção, o deslumbre. Talvez só se compare ao medo, receios, apreensões de percorrer os caminhos que os leve até o estádio.

Felizardos os que não passarão sequer próximos dos aeroportos das grandes cidades brasileiras, como Guarulhos, em São Paulo. Eu sou uma das que usarão o Aeroporto Internacional da maior cidade durante o fuzuê da Copa. Vinte e quatro dias antes vou à Bolívia e doze dias antes voltarei de Belém.

Desde já me preparo para encontrar as numerosas delegações e os jornalistas estrangeiros com seus equipamentos gigantescos e prováveis prioridades para embarque e desembarque. Voos que atrasarão por conta das conexões. Sem falar nos tapumes, escadas rolantes congestionadas ou paradas, elevadores lotados, restaurantes e lanchonetes com cafezinhos cobrados em dólares e, mesmo assim, sem condições de atenderem.

O melhor é levar um lanchinho na bolsa. Já providenciei o meu: uma barrinha de cereal, dois queijinhos Polengui e balinhas. E, claro, uma garrafinha de água. A mineral, em Guarulhos, não sai por menos de quatro reais. 




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