Lúcio Flávio Pinto

Cada um dos 200 milhões de brasileiros, do bebê ao mais idoso, pagou 15 reais de juros da dívida pública a cada mês, R$ 182 ao longo de um ano. Nesse período, até março, o Brasil pagou R$ 365 bilhões apenas com os juros dessa dívida espantosa.

Ainda assim, o Banco Central continua a aumentar a taxa básica de juros, o remédio tradicional - e sempre amargo - para combater a inflação, que está alta exatamente quando a atividade econômica desaquece e a produtividade do trabalho cai.

A situação se tornou tão surreal que até os banqueiros defendem a estabilização do custo do dinheiro, que já é dos mais altos do mundo e proporciona lucros fantásticos. Quando banqueiro chega a tanto é porque o tanto se tornou demasiado.




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